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    A culpa é da minha health coach I

    Treinar o bem-estar. Lição #1.

    Há muitos anos que não tinha um treinador. Os tempos de patinagem artística já lá vão e os professores de dança não encaixam bem no perfil. A palavra, entretanto, ganhou outros contornos e, por isso, posso mesmo afirmar que nunca tive um ‘coach’. Até ao ano passado.

    Em retrospetiva, não me recordo de outra altura em que tivesse precisado. Motivação foi o que nunca me faltou, tanto em termos pessoais como profissionais. Mas, na realidade, a alimentação sempre foi uma área que menosprezei durante toda a vida e, depois de ter sido mãe, essa era uma mudança que estava nos planos. E nem tudo se resume a comer de forma mais saudável!

    Olho para aquelas pessoas que conseguem organizar o seu dia com pequeno-almoço, almoço, lanche e jantar planeados, além dos snacks, durante uma semana seguida como heroínas. E eu até me considero uma pessoa organizada, mas a alimentação tem tendência para ficar esquecida na gaveta.

    Conheci a Teresa em meados do ano passado, na apresentação de uma das novidades da Liquid, a sua marca de sumos e smoothies. Teresa foi uma das primeiras Health Coaches a surgir em Portugal, formada pelo Institute for Integrative Nutrition, em Nova Iorque, EUA e em Nutrição e Dietética pelo Instituto Profissional de Estudos de Saúde em Portugal. É mãe de quatro filhos e a sua missão é “implementar mudanças na vida” dos seus clientes “de forma a atingirem o bem-estar, a saúde e a alegria”.

    Pequenos-almoços saudáveis nas empresas 😉 @larocheposay.pt

    Uma foto publicada por Teresa Barata (@teresaabarata) a

    Missão partilhada. Afinal, o bem-estar treina-se. Teresa foi, durante os últimos meses, a minha health coach, empenhada em ajudar-me a fazer da alimentação uma categoria mais organizada e de maior importância no meu quotidiano.

    Como tudo aconteceu?
    O primeiro passo foi sentar-me com ela e contar-lhe as minhas rotinas, os meus desejos, aspirações, dificuldades, obstáculos, enfim, dar-lhe a conhecer a realidade do meu quotidiano, desde a alimentação até à organização do meu dia– que, quer pela profissão, quer pelas exigências de ter um bebé pequeno, se define como: imprevisível.

    Esta primeira sessão é o ponto de partida para iniciarmos o ‘treino’ de uma vida, não totalmente nova, mas diferente, com objetivos traçados. Quais eram, afinal, os meus? Muitas vezes até para esclarecer isto precisamos de orientação

    Lição #1: Visualizar a mudança que queremos.

    Amanhã explico-lhe a minha.

    Veja mais em R3dação

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