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Na Luta Contra a Obesidade

Foi, durante muitos anos, definida mais pelos números medidos na balança do que pelas consequências que trazia. Hoje, tanto a comunidade científica como a sociedade, em geral, já percebeu que o problema tem de ser definido muito antes disso… “Atualmente, focamo-nos mais nas consequências da obesidade do que apenas num número medido na balança. E em perceber qual o impacto que a obesidade tem na vida de cada pessoa.” As palavras são de Gil Faria, cirurgião especialista em obesidade e doenças metabólicas, numa altura em que a OMS recomenda, pela primeira vez, o uso de medicamentos da classe GLP-1 no tratamento contra a doença.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceu a obesidade como uma doença crónica há cerca de 20 anos, mas a luta continou, por muitos anos… Nessa batalha, constava o reconhecimento dos medicamentos utilizados contra a diabetes, nomeadamente, os medicamentos que pertencem à classe dos agonistas de GLP-1, por parte da OMS, como arma eficaz de combate. Trata-se de medicamentos do recetor GLP-1, que ajudam a perder peso, ao imitar uma hormona que reduz o apetite, como tirzepatida (Mounjaro e Zepbound), semaglutida (Ozempic, Wegovy e Rybelsus) e liraglutida (Saxenda). Recentemente, e pela primeira vez, a OMS publicou uma diretriz global, recomendando o seu uso na luta contra a doença, afirmando que os considera imprescindíveis e que devem ser universais. No total, são 532. A OMS reforça, contudo, que os fármacos devem ser usados juntamente com intervenções complementares, como alimentação mais saudável, atividade física frequente e acompanhamento clínico contínuo. A mudança de política global é tida como significativa quando as taxas de obesidade continuam a aumentar.

FALÁMOS COM GIL FARIA SOBRE ESTA MUDANÇA DE PARADIGMA.

Que importância traz este passo da OMS na luta contra a obesidade?

 

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