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Queda de cabelo: quando é que se torna preocupante?

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Queda de cabelo: quando é que se torna preocupante?

É uma questão com a qual todas já nos deparámos pelo menos uma vez na vida, mas nem sempre há motivos para soar os alarmes.

mulher cabelo loiro
Pexels

Encontrar alguns cabelos no ralo do duche, na escova ou na almofada não é, por si só, sinal de que algo está mal. Pelo contrário, é perfeitamente expectável, não fosse uma das fases do ciclo capilar precisamente a queda. Em média, perdemos entre 50 a 100 fios por dia sem darmos por isso.

Um ciclo capilar saudável repete-se cerca de 25 vezes ao longo da vida e divide-se em três fases: anágena, catágena e telogénica. A primeira, anágena, é a fase de crescimento ativo do cabelo e a mais longa. Pode durar vários anos — é mais extensa nas mulheres do que nos homens — e caracteriza-se pelo crescimento contínuo dos fios a partir do folículo. A duração desta fase influencia o comprimento que o cabelo consegue atingir e, em determinado momento, cerca de 85% a 90% dos fios do couro cabeludo encontram-se nesta fase.

 

Depois vem a fase catágena, também denominada de fase de regressão, e dura apenas duas a três semanas. O crescimento abranda, o folículo regride e para de estar ativo. Por fim, surge a fase telogénica, ou de repouso, que dura alguns meses. Durante este período, o fio deixa de crescer e permanece no folículo até cair. É também nesta fase que ocorre a renovação do ciclo, com o crescimento de um novo fio.

Quando é que a queda de cabelo é preocupante? 

A preocupação surge quando:

 

  • a queda persiste acima do habitual, sobretudo quando se prolonga por mais de seis meses;
  • começa a existir uma perda visível de densidade ou quando surgem outros sinais no couro cabeludo;
  • começamos a notar a risca do cabelo mais larga, um rabo de cavalo com menos volume ou zonas de cabelo mais rarefeito ou com falhas;
  • existe comichão, ardor, dor, vermelhidão ou descamação do couro cabeludo.

No que toca a tratamentos, apenas o tricologista poderá aconselhar a melhor rota a seguir. O primeiro passo é, não obstante, descobrir sempre a origem da queda.

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