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‘TINA’: um retrato íntimo da lendária cantora Tina Turner

Numa visão reveladora e íntima da vida e carreira da cantora Tina Turner, traçando a sua improvável ascensão à fama precoce, as suas lutas pessoais e profissionais ao longo da vida e o seu ressurgimento ainda mais improvável como um fenómeno global na década de 1980, TINA chega à HBO MAX no dia 8 de maio. 

Dos realizadores vencedores do Oscar Dan Lindsay, T.J. Martin e da produtora Lightbox, este relato dinâmico apresenta entrevistas incríveis com a própria Tina, realizadas na cidade onde nasceu, Zurique, na Suíça, e com pessoas próximas dela. O documentário também apresenta diversas imagens nunca antes vistas, conversas de áudio e fotografias pessoais, contando uma história profunda e absorvente sobre a rainha do rock ‘n’ roll em toda a sua complexidade.

Tina Turner

Tina Turner

No outono de 1981, a lutar para ganhar um impulso significativo na carreira, Tina Turner sentou-se para uma entrevista com Carl Arrington, editor de música da People Magazine. Cinco anos antes, ela tinha pedido o divórcio de Ike Turner, seu marido e sócio musical há mais de 16 anos. Juntos fizeram história na música com alguns sucessos como “A Fool in Love”, “River Deep – Mountain High” e “Proud Mary”. Fora do palco, pareciam ter um casamento saudável e uma vida familiar feliz.

A história que ela conta desmente a de Carl, um relato honesto e angustiante de abuso e tortura que ela sofreu durante o casamento, e a corajosa fuga após anos de trauma. O artigo seria o primeiro de muitos perfis que consolidariam a imagem de Tina como sobrevivente, ajudando a alimentar a história do seu regresso extraordinário, porém improvável, à carreira musical.

Tina Turner e Erwin Bach

Tina Turner e Erwin Bach

Tendo perdido tudo, exceto o seu nome no divórcio, Tina passou vários anos em Las Vegas, a atuar em clubes de cabaré e a aparecer em programas de entretenimento na televisão. Em 1983, aos quarenta e quatro anos, gravou o álbum “Private Dancer” em apenas duas semanas e rapidamente se tornou um sucesso comercial e de crítica. O seu single “What’s Love Got To Do With It” tornou-se o seu primeiro e único hit número um da Billboard 100.

A Tina 2.0 tinha chegado. “Private Dancer” vendeu mais de 12 milhões de cópias em todo o mundo e reforçou Tina como uma super estrela genuína. Apresentou-se com Mick Jagger no LiveAid, ganhou vários Grammys e escreveu uma autobiografia best-seller, “I, Tina”. Em 1988, Tina apresentou-se a um público recorde de 180.000 pessoas no Brasil. Em 1993, foi feita uma longa-metragem sobre a sua vida, protagonizada por Angela Bassett como a própria Tina. À medida que a sua fama crescia, também crescia a sua identidade como símbolo cultural, tornando-se uma representação de força e resiliência para os fãs. Em particular, ela lutou com a narrativa de sobrevivente que lhe moldou a vida e carreira posteriores e lutou para se libertar do seu passado.

Além de uma quantidade impressionante de imagens de arquivo de 60 anos, o documentário inclui entrevistas com Angela Bassett, Oprah Winfrey, o jornalista Kurt Loder, co-autor de “I, Tina”, que inspirou a longa-metragem, a dramaturga Katori Hall, que escreveu “Tina – The Tina Turner Musical” e o marido e ex-executivo da editora discográfica Erwin Bach, entre muitos outros.

TINA chega a uma conclusão emocionante com Tina Turner a fazer uma reverência na noite de abertura do musical da Broadway sobre a sua vida, uma canção apropriada para uma artista imensamente talentosa que corajosamente falou a sua verdade sobre o abuso doméstico e recusou-se a deixar que a idade, género ou um passado difícil se impusessem no seu caminho. TINA é uma celebração do imenso talento de Tina Turner, da improvável caminhada para o sucesso mundial e da sua própria aceitação do estatuto de sobrevivente amada e respeitada.

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