Mariana Monteiro apresenta a Capsule Collection Festival da ba&sh, uma celebração do espírito livre e luminoso que marcou a estética dos anos 70, no editorial de moda ‘Cosmic Dream’ publicado na edição de junho, já nas bancas. Inspirada pela evasão intemporal dos festivais de verão, a coleção combina feminilidade, leveza e uma energia solar que convida à liberdade e à autenticidade. A atriz partilha a sua ligação à marca, a identificação com este universo e a forma como a moda pode influenciar emoções, memórias e estados de espírito.
Como conheceu a ba&sh?
Já conheço a ba&sh há bastante tempo e sempre gostei muito da identidade da marca. Tenho uma relação muito próxima com o universo boho e essa mistura entre feminilidade, liberdade e sofisticação sempre me atraiu. É uma estética com a qual me identifico naturalmente e que acaba por surgir muitas vezes também nas minhas escolhas pessoais.
O que mais a encantou nesta Capsule Collection Festival da ba&sh?
A sensação de liberdade que transmite. São peças que nos fazem imediatamente pensar em verão, viagens, música e dias sem grandes planos. Há uma leveza muito bonita nesta coleção e uma energia que nos convida a viver mais devagar e a aproveitar o momento.

Como já referiu, identifica-se com esta estética e com este espírito. De que forma?
Identifico-me bastante. Sempre gostei do universo boémio, das referências dos anos 70, dos tecidos fluidos e daquela ideia de liberdade que esta estética transmite.
Que outras sensações ou memórias lhe desperta este universo de festivais de verão?
Desperta-me, como dizia, sobretudo, uma sensação de liberdade. Faz-me pensar em viagens, pôr-do-sol, concertos ao ar livre, convívio com os amigos, momentos em que estamos completamente presentes.

Sente que determinadas peças conseguem influenciar a forma como nos sentimos?
Completamente. A roupa tem essa capacidade de nos transportar para um estado de espírito. Há peças que nos fazem sentir mais confiantes. E isso influencia inevitavelmente a nossa atitude.
O que mais lhe deu prazer interpretar nesta atmosfera livre e luminosa do editorial?
A espontaneidade. Como atriz, muitas vezes trabalho personagens mais densas ou universos emocionalmente exigentes. Aqui pude simplesmente entrar numa energia mais leve, solar e despreocupada.

Há algum projeto ligado à imagem, moda ou lifestyle que gostasse de explorar no futuro?
Gosto muito da intersecção entre moda e storytelling. Interessa-me, cada vez mais, tudo o que permita contar histórias através da imagem, seja em formatos editoriais, documentais ou até projetos que cruzem diferentes formas de expressão artística.
O que mais aprecia na identidade da ba&sh?
A ba&sh tem um lado livre, boémio e muito natural que me atrai particularmente . Além do conforto associado, que para mim também é um ponto muito importante.
– Créditos da Produção –
Fotografia João Paulo
Make up e Cabelos Hugo Freitas
Produção e Styling Diogo Raposo Pires
Direção Criativa Anne Amorim
Agradecimentos Bar do Peixe, Meco