A coleção Ice Cube da Chopard representa, desde 1999, a elegância minimalista através de um único elemento poderoso. Em 2024, a Maison reinterpretou o seu icónico motivo do cubo numa primeira coleção cápsula criada pelo seu atelier de Alta Joalharia, Sculpted by Light. Com uma nova leitura, este ano, Caroline Scheufele, copresidente e diretora artística da Chopard, apresenta novas criações que personificam um espírito moderno e arquitetónico, com proporções ousadas, versatilidade modular e brilho escultural.
«Ice Cube sempre representou pureza e precisão», afirma Caroline Scheufele, copresidente e diretora artística da Chopard. «Mas agora, levámos a sua linguagem ainda mais longe – em volume, movimento e expressão. Eu queria que as peças fossem usáveis, mas inesperadas, como arte moderna para o corpo.»
A modelo Bella Hadid continua a ser o rosto da coleção cápsula de alta joalharia Ice Cube.
O coração da coleção
O colar modular © Federal Studio
Composto por fileiras articuladas de cubos num mix de ouro rosa e ouro branco éticos, o colar modular encontra-se no coração da coleção. Nove fileiras, no total, criam uma silhueta dinâmica, que pode ser removida em conjuntos de três para se adaptar ao momento.
O sketch do colar
Este design modular faz uma referência à natureza empilhável dos anéis e pulseiras da coleção Ice Cube, mas com fluidez, escala e uma presença marcante. Ao longo do colar, dois tamanhos e alturas diferentes de cubos acrescentam maior dimensão — alguns com acabamento polido em espelho, outros cravejados com diamantes, aplicados em ritmos alternados para evocar uma sensação de movimento.
Uma alusão à cidade
© Federal Studio
Numa alusão ao horizonte de uma cidade onde torres de vidro e aço brilham sob a luz mutável, as pulseiras e um broche multifuncional ecoam os códigos arquitetónicos da coleção através de cubos de diferentes alturas.
© Federal Studio
Estas peças ilustram o savoir-faire da Chopard, já que o polimento de superfícies irregulares é uma competência rara, dominada por poucos e ainda mais raramente realizada internamente.
Criadas com o mesmo cuidado meticuloso, três novas pulseiras estão disponíveis nas variações de três ou seis fileiras, em ouro rosa ou ouro branco éticos, parcialmente ou totalmente cravejadas de diamantes. O broche, disponível com as mesmas opções de metal e engaste, traz uma ousada versatilidade sem género, concebido para ser usado em lapelas, colarinhos, gravatas ou até nos penteados
O regresso da era Art Déco

Um marco da era Art Déco, o corte Asscher encontra uma nova expressão ousada em duas criações de destaque. Um anel retoma a icónica forma multi-banda da coleção, com um diamante de corte Asscher de 3 quilates colocado diagonalmente sobre duas bandas paralelas de ouro branco ético de 18 quilates cravejadas com brilhantes de diamante.
© Federal Studio
Ainda na mesma linha, um par de brincos apresenta solitários de diamante de corte Asscher de 1,2 quilates, cada um apoiado por uma linha fluida de 14 cubos cravejados de diamantes. Estes últimos podem ser removidos de um ou de ambos os lados, permitindo um estilo assimétrico ou mais minimalista.
Em ambas as criações, as linhas octogonais dos diamantes centrais, combinadas com a construção gráfica dos cubos circundantes, reforçam e expandem a geometria limpa e estruturada que é uma assinatura da coleção Ice Cube.
Um rosto conhecido para uma nova era
Em 2024, a Chopard reinterpretou o seu icónico motivo do cubo numa primeira coleção cápsula criada pelo seu atelier de Alta Joalharia. Desde então, Bella Hadid tem encarnado o espírito Ice Cube como rosto da campanha Sculpted by Light, fotografada por Charlotte Wales.
«Sou admiradora de longa data da Chopard, devido ao seu magnífico trabalho artesanal e compromisso com a sustentabilidade. Os seus designs são tão marcantes e dão sempre uma sensação de confiança quando tenho a sorte de usar uma das suas peças», afirma Bella Hadid, embaixadora da Chopard e rosto da campanha Sculpted by Light.
Neste mais recente capítulo, ela dá vida às novas criações de Alta Joalharia num cenário urbano— um pano de fundo que reflete a exploração da coleção em torno da arquitetura, da geometria, do reflexo e da autoexpressão.