Nasceu em Lisboa em 1974 e é mãe de três filhos maravilhosos em dias bons. A coisa que mais gosta de fazer, pra além de escrever, é cultivar a arte do dolce far niente, matéria na qual é doutorada.
Sofre de alguns pecados capitais, sendo o da preguiça e o da gula os mais visíveis. É Caranguejo com ascendente Caranguejo e flutua de humor como o clima nos Açores. Na vida real é assistente social, mas se pudesse, vivia da escrita.
É coautora do livro ‘As Mulheres Não Sabem Estar Caladas’ e foi bailarina e professora de dança durante vários anos, naquela que considera a melhor escola de dança desportiva do País, a Sociedade Filarmónica Alunos de Apolo.
É apaixonada pela luz de Lisboa, pelos quiosques típicos, pelo Chiado, pelo Príncipe Real. Mais recentemente, aprendeu a gostar de correr à beira-Tejo, onde vai purgando algumas maleitas.
Minibio:
Nome: Marta Moncacha
Idade: 40 anos
Naturalidade: Lisboa
Presença online: Blog
No meu blog encontra: Pedaços da vida de uma mulher de 40, mãe de três filhos e recém-casada com o amor da sua vida. A história de alguém que decidiu mudar de vida. E que lhe ganhou o gosto.
Cidade: Lisboa
Gosto de me sentar nos quiosques da minha cidade, a ver a vida passar. Gosto do chá de menta do Royale Café e de voltar à minha infância na Vida Portuguesa. Gosto de passear com os meus filhos no Jardim da Estrela e de comermos, juntos, um Corneto de morango. Gosto de me perder a pé pelas ruas de Lisboa, sem tempo, nem pressas nem pesos de nenhuma espécie. Durante muitos anos achei que ser de Lisboa era não ter terra para onde ir. Hoje percebo que não preciso de “ir à terra”. Basta ficar-me nela. E desfrutar.
<\/p><\/blockquote> Viagens, Amesterdão
Fui a Amesterdão em maio do ano passado, em lua de mel, e perdi-me de amores. É verdade que o momento era propício para o filtro cor-de-rosa, mas não há como não gostar daquilo tudo. Das bicicletas por todo o lado e para todos os gostos, dos quilómetros que fiz a pé pelo meio dos canais, do sol espantosamente quente que apanhei no Vondelpark, das Amstel no Café Toussaint e no Louis, e da melhor tarte de maçã do meu mundo, no Latei. Prometi voltar assim que lá cheguei. E voltarei. Em maio.
<\/p><\/blockquote> Imagem de marca: bâton vermelho
Foi preciso chegar aos 40 para assumir este capricho. Quem me conhece bem sabe que ter os lábios pintados de vermelho significa a minha boa relação com o dia. A minha vontade de agarrar a vida com unhas e dentes. Em 2013 cheguei de Roma com vontade de usar bâton vermelho todos os dias, inspirada pelas italianas arrojadas que por lá vi. Só em 2014 é que consegui fazê-lo. E já faz parte de mim. O meu preferido? O Veronica da MAC (Ronnie Red). É mate e acho que é o meu tom de vermelho. Descubram o vosso!
<\/p><\/blockquote> Memórias: anel de noivado
Sou colecionadora de anéis desde que tive a minha primeira mesada. Tenho-os de todas as cores, tamanhos e feitios, e espalhados por todo o tipo de caixas, frascos e porta-joias, num caos que me organiza. O meu anel de noivado será, no entanto, o eleito de sempre. Faz parte dos clássicos da Pandora e será sempre a minha joia. Há dois dias, o meu gato psicopata (que só poderia chamar-se Dexter) desapareceu com ele. Ainda não me recompus do desgosto.
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