[wlm_register_Passatempos]
Siga-nos
Topo

Red Light

O que faz ao acender da luz vermelha? Para. Pois bem, esse também pode ser o propósito das tão virais máscaras LED de luz vermelha. Um convite a abrandar e a dedicar tempo a si, enquanto prometem ajudar a retardar – não a parar– alguns sinais de envelhecimento.

Invadiram as redes sociais e prometem pele mais lisa, menos borbulhas e um glow quase clínico, sem sair de casa. Porém, até que ponto as máscaras LED – de luz vermelha ou outras – cumprem o que vendem? Falámos com a farmacêutica Marta Ferreira, para perceber o que está, realmente, comprovado, para quem fazem sentido e por que é que, apesar da popularidade, os resultados podem ser mais discretos do que se imagina…

Há um grande hype em torno das máscaras LED. A que se deve essa popularidade recente?

A popularidade recente resulta da crescente procura por soluções domiciliárias, da promessa de resultados visíveis não invasivos e, em grande medida, da forte exposição nas redes sociais.

O que é, exatamente, o tratamento com luz LED e em que casos está cientificamente validado?

O tratamento com luz LED baseia-se na exposição da pele a comprimentos de onda de luz específicos, com objetivos distintos, consoante a faixa de luz utilizada. São usadas, maioritariamente, a luz azul – com o objetivo de reduzir borbulhas, através da ação antimicrobiana sobre a bactéria Cutibacterium acnes – e a luz vermelha (e, por vezes, infravermelha) – com o objetivo de promover o rejuvenescimento e reduzir a inflamação cutânea, tendo por base a estimulação das mitocôndrias, responsáveis pela produção de energia nas células, através de um processo designado por fotobiomodulação. Em ambos os casos, a evidência de…

Veja mais em Beleza

PUB


LuxWOMAN