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Brincar com bonecas estimula empatia e inclusão, revela novo estudo

Um estudo da Universidade de Cardiff, realizado em parceria com a Barbie, indica que brincar com bonecas ajuda no desenvolvimento de competências sociais e emocionais, em diferentes perfis de desenvolvimento infantil.

Um novo estudo da Universidade de Cardiff concluiu que brincar com bonecas pode favorecer o desenvolvimento social e emocional das crianças, independentemente do seu perfil de neurodesenvolvimento. A investigação, publicada no European Journal of Neuroscience e realizada em parceria com a Barbie, analisou a atividade cerebral de crianças entre os quatro e os oito anos durante momentos de brincadeira.

Utilizando tecnologia avançada de neuroimagem, os investigadores observaram que a interação com bonecas está associada à ativação de regiões do cérebro ligadas ao processamento social e emocional, tanto quando as crianças brincam sozinhas como quando interagem com outras pessoas. O padrão de ativação revelou-se consistente em participantes com diferentes estilos de comunicação e traços associados ao espetro do autismo.

Criança a brincar com a Barbie Autista. Créditos: Barbie

“É fundamental valorizar as diferentes formas como as crianças experienciam o mundo”, sublinha Catherine Jones, diretora do Centro de Investigação do Autismo do País de Gales e uma das autoras do estudo. “Ao aceitarmos a diversidade nas formas de brincar, criamos ambientes mais inclusivos que apoiam o desenvolvimento de todas as crianças.”

O projeto, intitulado Promoting neurodiversity in doll play: Investigating neural and language correlates of doll play in a neurodiverse sample, integra um programa de investigação iniciado há vários anos em parceria com a Barbie. Para além dos aspetos cerebrais, os resultados reforçam a ideia de que brincar com bonecas pode servir como um espaço seguro para ensaiar situações sociais e desenvolver empatia.

Créditos: Barbie

Esta abordagem inclusiva ao desenvolvimento infantil reflete-se também na evolução da própria Barbie. Através dos lançamentos mais recentes da linha Fashionistas, a marca introduziu novas representações, como a Barbie com autismo, a Barbie cega e a Barbie com diabetes tipo 1. Cada uma destas bonecas foi desenvolvida em colaboração com organizações especializadas e comunidades representativas, garantindo uma abordagem informada, respeitosa e autêntica às diferentes experiências que procuram refletir.

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