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Colegas coloridos

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O ditado popular avisa: “Onde se ganha o pão não se come a carne”, querendo com isto dizer que não é boa ideia misturar negócios e prazer. Mas, por vezes, é impossível evitar.

“Tive um caso com o meu chefe, que é casado. Fui e ainda sou apaixonada por ele, mas ele acabou tudo há pouco tempo. Durou dois anos. Agora, além da dor de perder a pessoa de quem gosto, ainda tenho de lidar com as ‘bocas’ dos colegas, os risinhos e as conversas de corredor, como se eu fosse uma ambiciosa ordinária e ele o ‘seduzido’, sendo que até foi ele que se meteu comigo. Não posso dar-me ao luxo de largar este emprego, nem arranjaria outro agora, mas não estou a aguentar a pressão”, desabafa Vera P., 43 anos, que, quando tudo ainda era novidade e excitação, caiu no erro de desabafar com as duas colegas com quem se dá mais. “Elas juram que não contaram a ninguém, mas também não era preciso, porque fomos vistos algumas vezes juntos fora da empresa”, acrescenta.

Por muito que todos estejamos alertados para os problemas que podem advir de um romance no local de trabalho, acontece por vezes que o convívio diário, as afinidades, as empatias, mas principalmente a (maldita) atração física, se sobrepõem a tudo. E quando o Cupido dispara a sua seta e aquele arrepio na espinha nos impele para o precipício que é a paixão, poucos são os que se não se atiram de cabeça.

Se existe uma ‘regra de ouro’ para ter um “caso” no trabalho, ela será, com certeza, discrição a todo o custo. Nem toda a gente é de confiança e a boa ‘fofoca’ de quem anda com quem é sempre tema para um almoço mais animado, com consequências nefastas para o(s) protagonista(s). Assim sendo, há que separar ao máximo a vida pessoal da profissional. E mesmo que a vontade de dar um beijo ou de trocar um olhar mais cúmplice seja muita, terá de ficar para depois do horário de expediente.

Sempre colados

As relações já são complicadas quando passamos o dia inteiro separados. Estarmos o dia inteiro na companhia de quem gostamos, inicialmente pode parecer um sonho, mas depressa ganha contornos de pesadelo.

Chegar e sair no mesmo carro? E nem as idas no trânsito são sozinha, a falar ao telefone com as suas amigas (com auricular!) ou a ouvir a música de que gosta, mas com um homem a guiar e a perder-se por atalhos que garante serem mais perto e com menos trânsito, ou (pior) sentado ao seu lado a tratá-la como se fosse o seu primeiro dia numa escola de condução. Pesadelo dos pesadelos, já ao nível de um filme da série B, é almoçarem juntos todos os dias.

Acordar, trabalhar, almoçar, voltar a casa e dormir sempre com a mesma pessoa. É uma daquelas situações em que não é preciso ser a Maya para adivinhar que o enjoo está mais do que garantido. Até a produtividade pode sair prejudicada.

A fase de flirt e paixão pode ser bastante complicada, pois este é um período em que as reações emocionais se sobrepõem às racionais, prejudicando a produtividade e a capacidade de concentração. Há quem defenda que, embora na fase de paixão exista uma dependência em relação ao outro como se o outro fosse vital ‘para respirar’, com o perdurar da relação é importante que cada um dos elementos do casal tenha o seu ‘espaço’Fernando Barreto Mesquita, psicólogo clínico e mestre em sexologia

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