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Seis mitos sobre o orgasmo feminino

O sexo sempre foi “vítima” de falsas alegações, e sempre se gerou mitos e lendas em volta deste tema. Alguns desapareceram e outros estão ancorados na mente coletiva. Dentro do conceito de “sexo”, o orgasmo é o que mais importa. Porquê? É uma resposta de prazer extremo do corpo que não pode ser descrito com palavras exatas e que só podemos revelar através de metáforas. 

Essa mesma condição do orgasmo originou uma série de mitos e lendas que devemos banir de uma vez por todas da nossa sociedade. Assim, para acabar com os mitos sobre este tema a LELO partilha alguns dos mais conhecidos, selecionados por Valérie Tasso, sexóloga e embaixadora da reconhecida marca sueca de brinquedos eróticos de luxo.

  • O orgasmo feminino é causado apenas por relações sexuais.  FALSO.

A vagina quase não tem terminações nervosas, mas o clitóris tem 8.500. Esta crença faz parte do pai da psicanálise, Freud, que dividiu as mulheres em duas. Por um lado, aquelas que foram capazes de ter um orgasmo vaginal e, portanto, apelidou de “maduras”. Por outro, as que só tiveram um orgasmo através do clitóris a que chamou “mulheres imaturas”. Atualmente, e por continuarmos a viver num modelo de sexualidade pensada para o homem, mantém-se a ideia de que existem mulheres que só conseguem ter orgasmos vaginais e mulheres que só o conseguem com o clitóris. 

  • Existem mulheres que podem ser multiorgásmicas e outras não. FALSO.  

“Todas as mulheres podem ser multiorgásmicas desde que conheçam bem o seu corpo e se deixem levar pelo ato”, explica. Esta condição de multiorgasmia deve-se à resposta sexual da mulher, que a teorizaram muito bem os sexólogos Masters & Johnson, com o sistema DEPOR (Desejo, Excitação, Plateau, Orgasmo, Resolução). Depois de um orgasmo, a mulher é capaz de se re-excitar, chegar à fase do planalto e ter outro orgasmo. E assim, sucessivamente, quantas vezes quiser. O período de resolução (aquela fase de “repouso” após um orgasmo) não é tão marcado como nos homens que após a ejaculação precisam de um tempo de descanso para voltar e ter uma ereção.

  • O orgasmo depende de um bom companheiro. FALSO. 

Por vezes é difícil de entender, tendo em conta que é um dos mitos mais recorrentes.  O orgasmo não é causado pela pessoa com quem se interage sexualmente, depende do momento e do facto de se permitir ou não a ter um orgasmo. Se tudo dependesse do companheiro, então não haveria mulheres que sofressem de anorgasmia. “A interação sexual é uma ‘fraternidade de pessoas egoístas’. Só há uma voz para ouvir, a própria, e um elemento para olhar, para si mesmo”, diz Valérie Tasso.

  • Com a idade, é mais difícil para as mulheres sentirem um orgasmo. FALSO. 

Uma “data de validade” sempre foi tentada na sexualidade de uma mulher, especialmente quando vive esta nova fase da sua vida marcada pela menopausa. No entanto, não há dados científicos que revelem a interrupção de orgasmos com a idade. Outra coisa são os prejuízos que a fase de mudança pode provocar no seu corpo, criando atrofia vaginal. Mas, o clitóris mantém-se com 8.500 terminações nervosas e não envelhece.

  • Orgasmo por squirting é mais agradável.  FALSO. 

Não se trata de ser mais agradável ou não, mas sim mais espetacular, atraindo assim mais atenção. Não há registo de que o prazer por squirting multiplica o orgasmo na sua intensidade. “Mas numa sociedade hiper sexualizada, cujo lema é “o imperativo da alegria” a todo o custo, o orgasmo por squirting e o mito de ser “o mais” é uma grande ferramenta para “vender”, explica a embaixadora da LELO. As grandes consequências deste mito é que muitas mulheres ficam inúmeras vezes frustradas se não têm este tipo de orgasmo. 

  • Quanto mais orgasmos tentarmos ter, menos desejo teremos de interagir sexualmente. FALSO.  

Este é um dos mitos mais difundidos, especialmente entre a população masculina. Muitos homens vão ao sexólogo para tentar masturbar-se menos e não ter orgasmos por pensarem que isso os irá prejudicar. É só o oposto. Quanto mais orgasmos temos, mais o desejo se intensifica. O desejo é como o estômago, precisa de ser alimentado para funcionar.

  • A anorgasmia feminina ocorre porque há algo fisiológico que não funciona. FALSO. Segundo Valérie Tasso, na grande maioria dos casos é um problema psicológico. Um bloqueio que pode ser produzido por várias razões: medo de perder o controlo, falta de conhecimento da anatomia própria, educação repressiva, traumas vividos, sentimento de culpa, etc. De acordo com o embaixador da LELO, todas as mulheres, salvo exceções extremas, como, por exemplo um acidente que pode prejudicar toda a plataforma orgásmica de uma mulher, a pélvis, etc., tem a capacidade de experimentar um orgasmo sem qualquer problema. Para isso, tem que se dar permissão para sentir. 

“Na LELO trabalhamos não só para desenhar brinquedos eróticos que proporcionam prazer aos nossos utilizadores em todo o mundo, mas todos os nossos esforços concentram-se em promover a boa educação sexual. Para isso, acabar com alguns dos mitos mais comuns sobre o orgasmo feminino é essencial, para que o prazer das mulheres seja completamente libertado de tabus e crenças falsas”, indica Adriana Diippolito, Marketing Manager de LELO.

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