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Portugueses recorrem cada vez mais a aplicações para combater a solidão

Um estudo recente do Felizes.pt conclui que os sites e as aplicações de encontros ganham força como resposta à solidão e à procura de relações duradouras.

É às aplicações e aos sites de encontros que os portugueses recorrem, cada vez mais, para encontrar companhia, amizade e amor. Segundo um estudo do Felizes.pt, o maior site de encontros português, em 2025 o número de utilizadores aumentou 33% face a 2024 (e 69% face a 2022), tendo sido iniciadas ao longo do ano mais de 3,2 milhões de novas conversas e registados 11,4 milhões de “likes”. Este crescimento confirma uma tendência clara de confiança nas ferramentas online para criar ligações afetivas e combater a solidão.

Os homens (56%) são quem mais utiliza estas plataformas para conhecer novas pessoas. O perfil mais representativo situa-se em torno dos 40 anos e é maioritariamente composto por pessoas solteiras (59%), seguidas de divorciadas (29%). Enquanto os homens predominam entre os solteiros, as mulheres lideram entre os utilizadores divorciados.

O site regista ainda um crescimento na faixa etária acima dos 50 anos, que já representa 35% dos utilizadores ativos, demonstrando que a procura por relações significativas não tem idade.

Créditos: Felizes.pt

Em termos de distribuição geográfica, são as zonas urbanas e metropolitanas, como Lisboa, Setúbal, Porto e Faro, que apresentam maior expressão.

No que toca às interações, o domingo destaca-se como o dia com maior volume, sendo o período entre as 21h e as 23h o mais ativo. Cada conversa dura, em média, 16 minutos e 35 segundos.

Numa análise qualitativa aos perfis dos utilizadores portugueses, verifica-se que, durante o inverno, aumenta a utilização de termos como “companhia”, “abraços”, “aconchego”, “lareira” e “mantinha” nas descrições, associando esta estação a uma maior vontade de proximidade, conforto e ligação emocional.

“É interessante perceber o retrato que obtivemos da sociedade e da procura crescente por relações duradouras e de proximidade, que vão muito além de meros encontros ocasionais. Também reflete uma maior abertura de pessoas de faixas etárias mais elevadas à utilização destas plataformas, mostrando que o amor é essencial em todas as idades”, comenta Rui Sousa, CEO do Felizes.pt.

Num contexto social em que a solidão assume um peso crescente e o tempo se torna um critério de gestão cada vez mais relevante na vida das pessoas, plataformas orientadas para relações sérias afirmam-se como uma resposta concreta às necessidades emocionais dos portugueses.

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