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Dar sangue é um ato de amor e de cidadania ativa

Hoje, 27 de março, assinala-se o Dia Nacional do Dador de Sangue.

Ajudar faz parte da identidade do dador. É uma vontade  que nasce da empatia. Emerge da energia interna que se move pela preocupação pelo outro, manifestando-se numa atitude pró-social para atenuar o sofrimento e acrescentar valor à vida.

Ser dador é acreditar profundamente que gestos simples trazem esperança e a esperança inspira-se no amor incondicional e no respeito. Os grupos de dadores criam laços que constroem uniões para fortalecer o espírito de missão de salvar vidas. Mas para continuar a dar os seus passos nesta caminhada, torna-se necessário repensar e alargar os critérios da doação com o objetivo de garantir as dádivas para atender imprevisíveis doentes que estão a espera de transfusões, assim como o aumento de hemoderivados que são utilizados para prevenir doenças do enxerto-hospedeiro nos pacientes de risco. É por isso imprescindível continuar esta jornada na aproximação às pessoas, acima de tudo às camadas mais jovens e consciencializá-las para este propósito.

Termino como comecei, a motivação está ligada a uma satisfação sentida pelo dever cívico e ancorada na generosidade,  almejando  minorar  as dificuldades e tornar a vida mais esperançosa. A dedicação aos outros é dar alento, alegria e esperança, com o intuito de contribuir para a felicidade dos outros.

Dar, significa dar um pouco do que cada um tem em benefício de quem precisa. Quando se melhora o mundo de uma pessoa, já mudamos o mundo.

Cabe a cada um de nós permitir-nos pensar e agir na direção para um mundo melhor.

Um legado que vale a pena!


Carla Cunha Coelho

Mestre em psicologia, sempre se interessou por assuntos relacionados com cultura, solidariedade e inclusão.

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