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“Autobiografia”, de Benjamin Franklin


Benjamin Franklin foi tipógrafo antes de ser estadista, foi cientista antes de ser símbolo de uma nação. Participou na luta pela independência dos Estados Unidos e ajudou a desenhar a sua Constituição. Fundou instituições duradouras, sempre com a mesma ideia de base: deixar o conhecimento ao serviço da sociedade. Na sua “Autobiografia” explica como se forma um homem livre, para deixar o seu método como legado. O resultado é um livro direto, que combina uma reflexão prática sobre trabalho e responsabilidade individual.

“Estar Presente”, de Maria João Martins, Inês Eulálio, Alícia Marques, Andreia Ferreira, Beatriz Carvalhinho, Joana Martins, Sandra Xavier e Sofia Caetano


Com o objetivo de ser um “ombro amigo” e oferecer ferramentas para ajudar quem é importante para nós, sem nos perdermos no caminho e mantendo o nosso equilíbrio emocional, a psicóloga clínica Maria João Martins juntou-se a colegas do Serviços de Saúde de Universidade de Coimbra, Inês Eulálio, Alícia Marques, Andreia Ferreira, Beatriz Carvalhinho, Joana Martins, Sandra Xavier e Sofia Caetano, para escrever a obra “Estar Presente - Guia Prático para Familiares e Amigos de Pessoas em Sofrimento Emocional”. Ao longo do livro, o leitor encontrará estratégias para reconhecer sinais de ansiedade, depressão, doença mental grave e outras dificuldades emocionais, aprender a apoiar de forma eficaz sem ultrapassar os limites do outro, praticar a compaixão e a autocompaixão, e desenvolver estratégias de regulação emocional.

“Quem Diz e Quem Cala”, de Chiara Valerio


O primeiro romance de Chiara Valerio publicado em Portugal, oscila entre o policial, a história do meio pequeno e a narrativa psicológica, em que a revelação de um passado silencioso se opõe diante de um presente estridente.

“Xô, Encosto!”, de Márcia Fernandes


Márcia Fernandes, mais conhecida como Márcia Sensitiva nas redes sociais, reúne, em livro, dicas para libertar as pessoas da negatividade. Em “Xô, Encosto!”, a clarividente e médium desmistifica alguns temas em que muitos dizem (ou fingem) não acreditar e apresenta dicas para uma vida mais harmoniosa.

“Que Seca!”, de Ateliê Superfun


Entre rotinas exigentes e o constante apelo dos ecrãs, entreter crianças de forma criativa pode tornar-se um verdadeiro desafio para as famílias. O livro “Que Seca!” reúne 101 atividades pensadas para estimular a curiosidade e a imaginação dos mais novos. Com propostas para diferentes idades – dos 1 aos 12 anos –, reúne sugestões simples de realizar em casa ou perto de casa, gratuitas ou de muito baixo custo. As atividades estão organizadas de forma clara e intuitiva, agrupadas pelo local ideal para se realizarem, e com indicação da faixa etária apropriada e do nível de exigência para o adulto e para a criança, o que facilita a escolha da atividade certa em qualquer situação.

“O cérebro em evolução”, de Paul Goldsmith


O cérebro humano foi moldado num tempo em que o ritmo da vida permitia pausas. Hoje, funciona num ambiente que exige atenção constante e resposta imediata. O excesso de estímulos, a exigência permanente de produtividade e a presença constante nas redes sociais criam um estado de alerta que os mecanismos antigos não conseguem desligar. A tensão tornou-se rotina e muitas pessoas vivem num cansaço contínuo, mesmo quando não há perigo real. “O cérebro em evolução”, de Paul Goldsmith, parte deste desfasamento para explicar porque a vida moderna parece tão difícil de gerir. A partir da neurociência, de investigação científica sólida e da sua experiência clínica, o autor explica por que motivos a pressão contemporânea provoca reações tão intensas e como esse conhecimento pode ser usado de forma construtiva.

“Animais Difíceis”, de Rosa Montero


E se a Inteligência Artificial deixasse de ser uma ferramenta controlada pelos seres humanos e se tornasse uma ameaça à nossa existência? Este é um dos pontos centrais do mais recente romance de Rosa Montero, “Animais Difíceis”, o livro que encerra a série protagonizada por Bruna Husky. A história, passada no futuro, acompanha a detetive Bruna Husky, uma androide replicante com um tempo de vida limitado, durante a investigação de um atentado terrorista a uma grande empresa tecnológica. Cada pista conduz a uma realidade perturbadora, que pode colocar em causa tudo o que sabemos sobre o mundo.

“A Culpa É das Hormonas!”, de Francisco Sousa Santos


Dores de cabeça frequentes, cansaço inexplicável, irritabilidade ou dificuldades em controlar o peso: muitas vezes, a explicação vem rapidamente: «Deve ser das hormonas!» Mas, afinal, o que são as hormonas e qual é o seu impacto real no corpo humano? Em “A Culpa É das Hormonas!”, o endocrinologista Francisco Sousa Santos responde a estas perguntas com clareza, rigor científico e recorrendo a vários exemplos.

“A livraria das sextas-feiras”, de Sawako Natori


No coração de uma pequena estação ferroviária no norte do Japão, existe uma livraria muito especial. Diz-se que é ali que se encontra o livro que precisamos de ler naquele exato momento da vida. É este o ponto de partida de “A livraria das sextas-feiras”, de Sawako Natori.

“A Era dos Diagnósticos”, de Suzanne O’Sullivan


Através da investigação das complexidades dos diagnósticos médicos, os seus efeitos psicológicos e a natureza evolutiva da ciência médica, Suzanne O’Sullivan demonstra, neste livro, uma verdade perturbadora: um diagnóstico preciso pode trazer um tratamento melhor. Mas muitos diagnósticos não são tão definitivos como pensamos e, em alguns casos, podem mesmo transformar pessoas saudáveis em pacientes.

“Chamavam-lhe Grace”, de Margaret Atwood


Baseando-se na história real de Grace Marks, uma das mulheres mais enigmáticas do século XIX, e depois de aprofundada pesquisa, Margaret Atwood escreveu um romance extraordinariamente poderoso, que deu origem a uma série de sucesso da Netflix. Grace Marks, a grande protagonista desta história, foi declarada cúmplice e condenada pelo envolvimento nos homicídios do patrão, Thomas Kinnear, e da governanta da casa onde servia, Nancy Montgomery, que também era amante de Kinnear. Há vários anos a cumprir pena de prisão, Grace diz não ter qualquer memória do crime. Há quem acredite que é inocente, enquanto outros dizem que é perversa ou louca.

“Os Nomes”, de Florence Knapp


“Os Nomes” é a aclamada estreia literária de Florence Knapp, um romance que explora três versões possíveis de uma mesma existência. Uma narrativa sobre identidade, destino e as infinitas ramificações das escolhas humanas. A história começa no inverno de 1987. Na sequência de uma tempestade devastadora, Cora vê-se confrontada com uma decisão aparentemente simples: escolher o nome do seu filho recém-nascido. Optar por Gordon, em homenagem à tradição familiar, ou por um nome diferente, como Bear ou Julian, irá desencadear percursos distintos não só na vida da criança, mas também na da sua família, com consequências profundas e inesperadas.

“O Resto é Memória”, de Lily Tuck


Inspirado num obituário do fotógrafo Wilhelm Brasse, responsável por mais de 40 000 retratos de prisioneiros em Auschwitz, “O Resto é Memória” parte de três fotografias de Czeslawa Kwoka, uma jovem polaca de 14 anos, para imaginar a vida por trás de um rosto até então reduzido a registo histórico. Um romance breve, mas poderoso que recupera uma vida apagada pelo Holocausto e a inscreve na tragédia coletiva de milhões de vítimas da ocupação nazi.

“Não acredites em tudo”, de Renato Rocha


Este é um universo em que a linha entre a verdade e a mentira é, muitas vezes, mais ténue do que pensamos. Renato Rocha convida o leitor a perceber como a mente humana pode ser enganada e como todos nós, em maior ou menor grau, caímos nos mesmos erros de raciocínio que sustentam as teorias da conspiração. Ao longo destas páginas, vai mergulhar em mais de 18 fascinantes (e muitas vezes absurdas) conspirações: desde sociedades secretas como os Illuminati e os Rothschilds, às histórias de óvnis em Portugal, passando pelo caso Epstein, o movimento antivacinas, o terraplanismo, a Atlântica portuguesa, as teorias sobre a suposta morte de Paul McCartney e as mais recentes conspirações da era Trump.

“Uma outra vida”, de Chelsea Bieker,


Nesta narrativa profundamente comovente acompanhamos Clove, uma mulher que construiu uma vida que parece perfeita: um marido atento, dois filhos que são o centro do seu mundo e uma rotina cuidadosamente controlada. Mas por trás desta normalidade, escondem-se traumas de infância, silêncios e segredos que ameaçam desfazer tudo o que construiu. Quando recebe uma carta de uma prisão feminina na Califórnia, o passado irrompe no presente, desafiando-a a confrontar memórias dolorosas e escolhas extremas.

“O último refúgio”, de Clémence Michallon


Frida e Gabriel partilham um passado difícil de imaginar: cresceram numa seita isolada, sob o controlo absoluto de um líder carismático e manipulador. Quinze anos passaram após terem escapado, e, nesse período, algo os afastou. Agora, reencontram-se num resort exclusivo no deserto do Utah, à procura de descanso e de um recomeço, até que uma mulher aparece morta e Gabriel se torna o principal suspeito.

  • “Autobiografia”, de Benjamin Franklin


    Benjamin Franklin foi tipógrafo antes de ser estadista, foi cientista antes de ser símbolo de uma nação. Participou na luta pela independência dos Estados Unidos e ajudou a desenhar a sua Constituição. Fundou instituições duradouras, sempre com a mesma ideia de base: deixar o conhecimento ao serviço da sociedade. Na sua “Autobiografia” explica como se forma um homem livre, para deixar o seu método como legado. O resultado é um livro direto, que combina uma reflexão prática sobre trabalho e responsabilidade individual.

     

  • “Estar Presente”, de Maria João Martins, Inês Eulálio, Alícia Marques, Andreia Ferreira, Beatriz Carvalhinho, Joana Martins, Sandra Xavier e Sofia Caetano


    Com o objetivo de ser um “ombro amigo” e oferecer ferramentas para ajudar quem é importante para nós, sem nos perdermos no caminho e mantendo o nosso equilíbrio emocional, a psicóloga clínica Maria João Martins juntou-se a colegas do Serviços de Saúde de Universidade de Coimbra, Inês Eulálio, Alícia Marques, Andreia Ferreira, Beatriz Carvalhinho, Joana Martins, Sandra Xavier e Sofia Caetano, para escrever a obra “Estar Presente - Guia Prático para Familiares e Amigos de Pessoas em Sofrimento Emocional”. Ao longo do livro, o leitor encontrará estratégias para reconhecer sinais de ansiedade, depressão, doença mental grave e outras dificuldades emocionais, aprender a apoiar de forma eficaz sem ultrapassar os limites do outro, praticar a compaixão e a autocompaixão, e desenvolver estratégias de regulação emocional.

     

  • “Quem Diz e Quem Cala”, de Chiara Valerio


    O primeiro romance de Chiara Valerio publicado em Portugal, oscila entre o policial, a história do meio pequeno e a narrativa psicológica, em que a revelação de um passado silencioso se opõe diante de um presente estridente.

     

  • “Xô, Encosto!”, de Márcia Fernandes


    Márcia Fernandes, mais conhecida como Márcia Sensitiva nas redes sociais, reúne, em livro, dicas para libertar as pessoas da negatividade. Em “Xô, Encosto!”, a clarividente e médium desmistifica alguns temas em que muitos dizem (ou fingem) não acreditar e apresenta dicas para uma vida mais harmoniosa.

     

  • “Que Seca!”, de Ateliê Superfun


    Entre rotinas exigentes e o constante apelo dos ecrãs, entreter crianças de forma criativa pode tornar-se um verdadeiro desafio para as famílias. O livro “Que Seca!” reúne 101 atividades pensadas para estimular a curiosidade e a imaginação dos mais novos. Com propostas para diferentes idades – dos 1 aos 12 anos –, reúne sugestões simples de realizar em casa ou perto de casa, gratuitas ou de muito baixo custo. As atividades estão organizadas de forma clara e intuitiva, agrupadas pelo local ideal para se realizarem, e com indicação da faixa etária apropriada e do nível de exigência para o adulto e para a criança, o que facilita a escolha da atividade certa em qualquer situação.

     

  • “O cérebro em evolução”, de Paul Goldsmith


    O cérebro humano foi moldado num tempo em que o ritmo da vida permitia pausas. Hoje, funciona num ambiente que exige atenção constante e resposta imediata. O excesso de estímulos, a exigência permanente de produtividade e a presença constante nas redes sociais criam um estado de alerta que os mecanismos antigos não conseguem desligar. A tensão tornou-se rotina e muitas pessoas vivem num cansaço contínuo, mesmo quando não há perigo real. “O cérebro em evolução”, de Paul Goldsmith, parte deste desfasamento para explicar porque a vida moderna parece tão difícil de gerir. A partir da neurociência, de investigação científica sólida e da sua experiência clínica, o autor explica por que motivos a pressão contemporânea provoca reações tão intensas e como esse conhecimento pode ser usado de forma construtiva.

     

  • “Animais Difíceis”, de Rosa Montero


    E se a Inteligência Artificial deixasse de ser uma ferramenta controlada pelos seres humanos e se tornasse uma ameaça à nossa existência? Este é um dos pontos centrais do mais recente romance de Rosa Montero, “Animais Difíceis”, o livro que encerra a série protagonizada por Bruna Husky. A história, passada no futuro, acompanha a detetive Bruna Husky, uma androide replicante com um tempo de vida limitado, durante a investigação de um atentado terrorista a uma grande empresa tecnológica. Cada pista conduz a uma realidade perturbadora, que pode colocar em causa tudo o que sabemos sobre o mundo.

     

  • “A Culpa É das Hormonas!”, de Francisco Sousa Santos


    Dores de cabeça frequentes, cansaço inexplicável, irritabilidade ou dificuldades em controlar o peso: muitas vezes, a explicação vem rapidamente: «Deve ser das hormonas!» Mas, afinal, o que são as hormonas e qual é o seu impacto real no corpo humano? Em “A Culpa É das Hormonas!”, o endocrinologista Francisco Sousa Santos responde a estas perguntas com clareza, rigor científico e recorrendo a vários exemplos.

     

  • “A livraria das sextas-feiras”, de Sawako Natori


    No coração de uma pequena estação ferroviária no norte do Japão, existe uma livraria muito especial. Diz-se que é ali que se encontra o livro que precisamos de ler naquele exato momento da vida. É este o ponto de partida de “A livraria das sextas-feiras”, de Sawako Natori.

     

  • “A Era dos Diagnósticos”, de Suzanne O’Sullivan


    Através da investigação das complexidades dos diagnósticos médicos, os seus efeitos psicológicos e a natureza evolutiva da ciência médica, Suzanne O’Sullivan demonstra, neste livro, uma verdade perturbadora: um diagnóstico preciso pode trazer um tratamento melhor. Mas muitos diagnósticos não são tão definitivos como pensamos e, em alguns casos, podem mesmo transformar pessoas saudáveis em pacientes.

     

  • “Chamavam-lhe Grace”, de Margaret Atwood


    Baseando-se na história real de Grace Marks, uma das mulheres mais enigmáticas do século XIX, e depois de aprofundada pesquisa, Margaret Atwood escreveu um romance extraordinariamente poderoso, que deu origem a uma série de sucesso da Netflix. Grace Marks, a grande protagonista desta história, foi declarada cúmplice e condenada pelo envolvimento nos homicídios do patrão, Thomas Kinnear, e da governanta da casa onde servia, Nancy Montgomery, que também era amante de Kinnear. Há vários anos a cumprir pena de prisão, Grace diz não ter qualquer memória do crime. Há quem acredite que é inocente, enquanto outros dizem que é perversa ou louca.

     

  • “Os Nomes”, de Florence Knapp


    “Os Nomes” é a aclamada estreia literária de Florence Knapp, um romance que explora três versões possíveis de uma mesma existência. Uma narrativa sobre identidade, destino e as infinitas ramificações das escolhas humanas. A história começa no inverno de 1987. Na sequência de uma tempestade devastadora, Cora vê-se confrontada com uma decisão aparentemente simples: escolher o nome do seu filho recém-nascido. Optar por Gordon, em homenagem à tradição familiar, ou por um nome diferente, como Bear ou Julian, irá desencadear percursos distintos não só na vida da criança, mas também na da sua família, com consequências profundas e inesperadas.

     

  • “O Resto é Memória”, de Lily Tuck


    Inspirado num obituário do fotógrafo Wilhelm Brasse, responsável por mais de 40 000 retratos de prisioneiros em Auschwitz, “O Resto é Memória” parte de três fotografias de Czeslawa Kwoka, uma jovem polaca de 14 anos, para imaginar a vida por trás de um rosto até então reduzido a registo histórico. Um romance breve, mas poderoso que recupera uma vida apagada pelo Holocausto e a inscreve na tragédia coletiva de milhões de vítimas da ocupação nazi.

     

  • “Não acredites em tudo”, de Renato Rocha


    Este é um universo em que a linha entre a verdade e a mentira é, muitas vezes, mais ténue do que pensamos. Renato Rocha convida o leitor a perceber como a mente humana pode ser enganada e como todos nós, em maior ou menor grau, caímos nos mesmos erros de raciocínio que sustentam as teorias da conspiração. Ao longo destas páginas, vai mergulhar em mais de 18 fascinantes (e muitas vezes absurdas) conspirações: desde sociedades secretas como os Illuminati e os Rothschilds, às histórias de óvnis em Portugal, passando pelo caso Epstein, o movimento antivacinas, o terraplanismo, a Atlântica portuguesa, as teorias sobre a suposta morte de Paul McCartney e as mais recentes conspirações da era Trump.

     

  • “Uma outra vida”, de Chelsea Bieker,


    Nesta narrativa profundamente comovente acompanhamos Clove, uma mulher que construiu uma vida que parece perfeita: um marido atento, dois filhos que são o centro do seu mundo e uma rotina cuidadosamente controlada. Mas por trás desta normalidade, escondem-se traumas de infância, silêncios e segredos que ameaçam desfazer tudo o que construiu. Quando recebe uma carta de uma prisão feminina na Califórnia, o passado irrompe no presente, desafiando-a a confrontar memórias dolorosas e escolhas extremas.

     

  • “O último refúgio”, de Clémence Michallon


    Frida e Gabriel partilham um passado difícil de imaginar: cresceram numa seita isolada, sob o controlo absoluto de um líder carismático e manipulador. Quinze anos passaram após terem escapado, e, nesse período, algo os afastou. Agora, reencontram-se num resort exclusivo no deserto do Utah, à procura de descanso e de um recomeço, até que uma mulher aparece morta e Gabriel se torna o principal suspeito.

     

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Livros que chegaram às bancas em fevereiro

O que têm em comum os livros “Quem Diz e Quem Cala”, “Xô, Encosto!” e “Que seca!” ? Todos chegaram às livrarias em fevereiro. A estes juntam-se mais 13, que a LuxWoman lhe dá a conhecer na Galeria.

Como é habitual, a LuxWoman apresenta-lhe uma seleção de livros que chegaram às bancas ao longo do mês. Em fevereiro, as escolhas passam por autobiografias, livros de autoajuda e histórias inspiradoras.

Espreite, na Galeria, as novidades literárias de fevereiro

 

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