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Terra à vista!

Embarcámos num veleiro para conhecer a prova The Tall Ship Races, que chega a Lisboa em julho.

Lisboa viu-nos partir e quase acenou, com aquele ar da sua graça. Lisboa viu-nos partir, mas estava ali, ao fundo, de uma perspetiva diferente. A convite da Associação Portuguesa de Treino de Vela (APORVELA), partimos numa miniviagem de barco à vela e percorremos a costa da Doca do Espanhol, em Alcântara, ao Cais do Sodré.

Apesar de curta, a experiência foi inesquecível! A ideia era embarcar num grande veleiro e participar em todas as atividades que tornam possível a sua navegação. A minha tarefa foi segurar numa das cordas que prendem a vela e ajudar a soltá-la. Foi fácil… “Não está vento!”, referiu um dos organizadores. Se o vento nos tivesse acompanhado nesta experiência, a dificuldade era maior, mas, ao mesmo tempo, teria sido mais desafiante.

A APORVELA é coorganizadora da prova The Tall Ship Races Lisboa 2016, um evento que decorrerá entre os dias 22 e 25 de julho, na capital, e que reunirá mais de 50 grandes veleiros de todo o mundo, 3500 jovens tripulantes de várias nacionalidades e cerca de um milhão de visitantes.

Lisboa volta, este ano, a fazer parte da escala da The Tall Ships Races, recebendo os maiores veleiros do mundo e outras embarcações à vela no Terminal de Cruzeiros entre Santa Apolónia e o Terreiro no Paço.

Com rotas entre vários países europeus, este ano a The Tall Ships Races 2016 começa em Antuérpia, na Bélgica, e vai passar por mais três cidades: Corunha, Lisboa e Cádis. Colocar o País na rota da economia do mar, do crescimento azul e do desenvolvimento inteligente, sustentado e inclusivo é um dos objetivos da organização do evento.

A The Tall Ships Races Lisboa 2016 tem como coorganizadores a APORVELA, a Câmara Municipal de Lisboa, a Administração do Porto de Lisboa e o Lisbon Cruise Terminals. Na sequência deste evento, todos os anos, a APORVELA faz embarcar jovens portugueses a partir dos 15 anos a bordo dos grandes veleiros que participam. Não é necessário ter experiência de mar, basta vontade de abraçar um novo desafio e coragem Q.B (Informações e aqui)

Apesar de não ser grande fã de andar de barco, cheguei a terra firme com uma sensação muito boa. Pelas conversas com os organizadores destas experiências (a ideia de embarcar os jovens nos veleiros é fomentar neles o espírito de aventura e permitir-lhes ter uma experiência diferente, em que o telemóvel passa para segundo plano), percebi que existe algo de muito enriquecedor numa viagem de barco: cultivam-se conversas, lançam-se desafios, ri-se, mas também se chora… No fundo, mergulha-se na grande essência do ser humano e viaja-se até algo mais profundo, em que o oceano serve apenas de cenário.

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