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Vem aí o fim de semana… Tome Nota!

Especial 25 de abril

De regresso com mais uma Agenda Cultural, trazemos-lhe algumas ideias para não deixar passar em branco o 25 de abril, Dia da Liberdade.  Se ainda não tem planos, pegue na caneta e tome nota das nossas sugestões para este sábado.

Descer a Avenida

Como é habitual, no dia 25 de abril, o ponto de encontro de muitos é no Marquês de Pombal para descer a Avenida da Liberdade. O desfile inicia às 15 horas na Praça do Marquês de Pombal e termina na Praça D. Pedro IV, no Rossio.

Cantar abril

Reconhecido como um dos nomes mais incontornáveis da música portuguesa, Paulo de Carvalho deu voz a “E Depois do Adeus”, o tema que ficou para sempre ligado à Revolução de 1974 como uma das suas senhas históricas. Neste sábado, o cantor sobe ao palco da Póvoa Arena, na Póvoa de Varzim, para um concerto que une a música à história. O espetáculo contará com a participação especial do grupo Capela Marta.

Os bilhetes para o espetáculo estão disponíveis em bol.pt.

As portas que abril abriu

Créditos: Luís Duarte

No próximo sábado, 25 de abril, o Palácio Nacional da Pena, expoente máximo do Romantismo em Portugal e fruto da liberdade criativa do rei D. Fernando II, assinala o aniversário da Revolução dos Cravos. Neste Dia da Liberdade, e em sintonia com o espírito das “portas que abril abriu”, a partir das 14h00, os Aposentos Privados do Palácio estarão abertos a todos os visitantes, ganhando vida com a presença de atores que evocarão algumas das figuras históricas que ali habitaram, entre elas a Rainha D. Amélia, a última rainha que viveu na Pena. O espaço permanecerá aberto até às 20h30, hora do pôr do sol.

Durante todo este período, haverá apontamentos musicais, nomeadamente no Terraço dos Arcos, onde os visitantes poderão viver a experiência de apreciar um dos mais belos cenários de Sintra ao cair da noite.

A iniciativa cruza património, arte e liberdade numa atmosfera mágica e festiva. A última entrada no Parque da Pena será às 19h30 e gratuita para todos os residentes em território nacional.

Recordar abril sem sair de casa

Filme “Revolução (Sem) Sangue”

Os filmes e documentários ajudam-nos a recordar o que aconteceu na madrugada de 25 abril de 1974, onde as forças militares ocuparam pontos estratégicos em Lisboa e derrubaram a ditadura do Estado Novo. Selecionámos algumas sugestões para ver no fim de semana:

Revolução (Sem) Sangue

Baseado em factos reais, o filme realizado por Rui Pedro Sousa conta a história de quatro jovens que seguem as suas rotinas diárias num regime ditatorial. Embora não se conhecessem, o dia 25 de Abril de 1974 trouxe-lhes um destino comum. O dia que mudou o rumo do país ditou também o fim das suas vidas. Um golpe de Estado militar derrubou o Governo e a população foi incitada a permanecer em casa. No entanto, a ânsia pela liberdade levou-os, junto com a multidão, para as ruas. O filme é protagonizado por Diogo Fernandes, Helena Caldeira, Lucas Dutra, Manuel Nabais, Rafael Paes e São José Correia, entre outras caras conhecidas.

Capitães de Abril 

“Capitães de Abril” é um filme de drama e ficção histórica de 2000, realizado por Maria de Medeiros, a sua primeira longa-metragem. A história do filme é baseada no golpe de estado militar que ocorreu em Portugal no dia 25 de Abril de 1974 e presta homenagem aos jovens soldados que resgataram a sua pátria desse tempo obscuro, destacando-se Salgueiro Maia. Para além disso, as 24 horas de revolução são vividas por três personagens principais: dois capitães e uma mulher que é professora de literatura e jornalista.

Bom Povo Português 

“Bom Povo Português” é um filme de Rui Simões, um documentário histórico, que descreve a situação social e política de Portugal entre o 25 de Abril de 1974 e o 25 de Novembro de 1975. Desde a Revolução dos Cravos à prisão de Otelo Saraiva de Carvalho, este filme relata dois momentos históricos cruciais.

Salgueiro Maia – O Implicado

“Salgueiro Maia – O Implicado” foi o primeiro retrato, no grande ecrã, daquele que é considerado o herói e o símbolo mais puro do 25 de Abril de 1974. Realizado por Sérgio Graciano, o filme retrata as histórias que ainda não foram contadas sobre Fernando Salgueiro Maia, através de uma abordagem moderna, intimista e emocional.

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