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À descoberta do meu perfume!

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Reparo que não gosto do cheiro a frutos vermelhos, nem dos muito florais ou a baunilha. Gosto da pimenta vermelha e do almíscar. A partir daqui, as decisões estão feitas: não vamos colocar notas de que não gostemos, o que me inquieta um pouco: nos aromas de que gostei não reconheço muitos dos perfumes que costumo usar. Sigo a receita:

1º – 20 gotas de notas de cabeça, nas quais coloco bergamota, acorde Marítimo e acorde Tangerina.

2º – 40 gotas de notas de coração, em que acrescento bouquet floral, peónia, pimenta vermelha e lilás.

3º – 40 gotas de notas de fundo: cedro e almíscar.

Não gostei: cheirava demasiado a pimenta e muito pouco às fragrâncias de que costumo gostar e usar. Pedi ajuda à Mylene, que me aconselhou a acrescentar mais umas pitadas de outras essências.

Aos poucos, comecei a gostar mais, mas ainda não estava rendida ao resultado. Não era a única. Algumas das outras jornalistas também estavam reticentes quanto às suas escolhas. Às essências no frasco, juntou-se água desmineralizada e álcool com 96% de volume. Agitar e esperar 21 dias (sim, só ao fim deste tempo é que o perfume está no seu ótimo estado, garante Mylene).

Não resisti e, ao fim do dia, num jantar de amigos, experimentei o perfume e dei-o a provar. Pareceu-me mais familiar e ao dar a volta à mesa dizia-se que cheirava a alguns dos meus perfumes. Bingo!

Ao fim do tempo devido, usei a minha fragrância. Estava melhor, mais incorporada e sem uma distinção tão evidente das notas. Não estava mal, mas vou deixar o trabalho para quem tem o talento e a sabedoria!

Imagem de destaque: o meu perfume Equivalenza.

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