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Jantar delicioso acompanhado de histórias

Foi assim o jantar na Brasserie Sixty 6: um momento de delícias gastronómicas, muito bem acompanhado pelas histórias contadas, na primeira pessoa, pelo próprio chef, Thomaz Mascarenhas.

Afinal, não é todos os dias que podemos privar com alguém que foi chef pessoal de personalidades que marcaram a História, como Georges Pompidou, Ronald Reagan, a rainha Juliana, dos Países Baixos, ou Conrad Hilton.

O chef luso-americano acaba de inaugurar o seu primeiro restaurante em Portugal, na capital, e marcou o projeto com o número de anos que esteve fora do País: 66.

Thomaz Mascarenhas foi viver para a Suíça antes de entrar para a escola primária, e no último ano do curso de Gestão Hoteleira já estava a caminho de Paris para ingressar na Le Cordon Bleu, a prestigiada escola francesa de cozinha.

Aos 21 anos, entrou na cozinha do Maxim’s, na capital francesa, e pouco tempo depois, já era sous chef do Hotel Georges V, onde veio a ser chef executivo.

Descontraído, o chef fez várias visitas à mesa e presenteou-nos com o seu jeito very american de viver a vida. “Aqui em Portugal não se liga muito a o chef vir à sala. Mas nos meus restaurantes, os clientes adoram isso. Divirto-me tanto com os meus clientes!”, explica-nos.

Do seu percurso profissional faz parte a passagem por alguns dos melhores hotéis do mundo, como o Waldorf Astoria, o New York Hilton and Towers, O Fontainebleau Miami ou o Sheraton Commander Boston.

Entre uma garfada no saboroso e intenso fricassé de gambas e vieiras (€19) e um corte na macia e deliciosa carne do Ribeye (€18), ambos aconselhados pelo chef, ouvimos outras histórias da grande família de Thomaz Mascarenhas – tem sete filhos – e da sua carreira, com as infindáveis viagens ao serviço da cadeia de hotéis Sheraton, depois de se ter reformado do Hilton.

Para trás tinha ficado a deliciosa entrada: cogumelo Portobello grelhado em tempero balsâmico, alho e parmesão (€9). É que ali, como o chef nos explicou, o segredo está nos fornecedores, que permitem que tenha ingredientes de alta qualidade, e na facilidade de os fazer chegar aos seus restaurantes a um preço acessível.

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Já não me recordo se foi antes de chegar à sobremesa – uma mousse de chocolate e caramelo que me fez, pela primeira vez, gostar de mousse de chocolate – que o chef nos confidenciou que já estava a planear o seu segundo projeto em Portugal. “As obras já começaram”, revela. “E qual o local escolhido desta vez?”, perguntamos. “O Estoril.”

Este será apenas mais um restaurante a juntar aos que tem em Moscovo, em Dublin, nas cidades alemãs de Meersburg e Konstanze, e aos que já teve em Nova Iorque (Sans Souci, Plantation e L’Ermitage) e noutros destinos.

Seja na Brasserie Sixty 6 seja no seu novo projeto, quando lhes fizer uma visita, pergunte se o chef está e se pode vir à sala. A refeição vai saber-lhe ainda melhor!

Detalhes:

Travessa Fábrica dos Pentes, 12-20, Lisboa.

Aberto das 12h às 15h e das 19h às 23h30. Encerra ao domingo.

Tel.: 213 870 230

Imagem de destaque: Brasserie Sixty 6.

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