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Hercules & Love Affair


O coletivo nova-iorquino lança um novo álbum em fevereiro, que será apresentado oficialmente no Lisboa Dance Festival.

Moullinex


O músico, produtor e dj português tem a sua própria produtora, Discotexas, e tem feito remisturas para artistas como Röyksopp e Cut Copy. Lançou recentemente o seu segundo disco, Elsewhere.

Dekmantel Soundsystem


O coletivo holandês, liderado por Thomas Martojo e Casper Tielrooji, tem os seus próprios festivais e uma equipa de dj’s que aborda a música eletrónica de todos os ângulos. Foto © Sophie van der Perre.

George FitzGerald


O dj e produtor britânico já lançou vários discos desde que vive em Berlim. Imperdível !

Marcel Dettmann


É conhecido pelo sua influência no techno-contemporâneo, mas o dj e produtor alemão também mostra outras facetas musicais ao colaborar com artistas como Moderat e Junior Boys. Foto © Flavien Prioreau.

Holy Nothing


O trio portuense mistura, nas suas atuações ao vivo, imagens com sintetizadores, criando uma expressividade complexa.

Branko


João Barbosa ficou conhecido enquanto parte do coletivo Buraka Som Sistema, mas já lançou vários singles e álbuns sob o nome Branko. Foto © Jasmine Safaeian.

Dj Glue


Atuou durante vários anos com os Da Weasel e, segundo a dj residente do Lux Frágil, Yen Sung, que trabalhou inúmeras vezes com o dj nas noites ‘Back in Black’ do espaço lisboeta, “é um dos grandes representantes da nova geração do hip hop”. Foto ©Nash Does Work.

Jessy Lanza


Além de escrever, produzir e encantar com a sua voz de soprano, a canadiana toca vários instrumentos e tem colaborado com artistas como Caribou, Junior Boys e Morgan Geist. Foto © Alex Welsh.

Mount Kimbie


A dupla britânica marcou a vanguarda da música eletrónica com o seu álbum Crooks & Lovers e já produziu remixes para Foals e The XX.

Toki Monsta


A artista americana, de Los Angeles, é conhecida pela sua abordagem única à música de dança/indie/eletrónica/r&b. Foto © Nikko Lamere.

Rita Maia


A dj portuguesa, radicada em Londres, pode ser vista e ouvida em sessões e festivais nacionais e internacionais e é agora responsável pela curadoria de uma nova rúbrica no lisboeta Music Box, o ‘Migrant Sounds’. Foto © Vera Marmelo.

  • Hercules & Love Affair


    O coletivo nova-iorquino lança um novo álbum em fevereiro, que será apresentado oficialmente no Lisboa Dance Festival.

     

  • Moullinex


    O músico, produtor e dj português tem a sua própria produtora, Discotexas, e tem feito remisturas para artistas como Röyksopp e Cut Copy. Lançou recentemente o seu segundo disco, Elsewhere.

     

  • Dekmantel Soundsystem


    O coletivo holandês, liderado por Thomas Martojo e Casper Tielrooji, tem os seus próprios festivais e uma equipa de dj’s que aborda a música eletrónica de todos os ângulos. Foto © Sophie van der Perre.

     

  • George FitzGerald


    O dj e produtor britânico já lançou vários discos desde que vive em Berlim. Imperdível !

     

  • Marcel Dettmann


    É conhecido pelo sua influência no techno-contemporâneo, mas o dj e produtor alemão também mostra outras facetas musicais ao colaborar com artistas como Moderat e Junior Boys. Foto © Flavien Prioreau.

     

  • Holy Nothing


    O trio portuense mistura, nas suas atuações ao vivo, imagens com sintetizadores, criando uma expressividade complexa.

     

  • Branko


    João Barbosa ficou conhecido enquanto parte do coletivo Buraka Som Sistema, mas já lançou vários singles e álbuns sob o nome Branko. Foto © Jasmine Safaeian.

     

  • Dj Glue


    Atuou durante vários anos com os Da Weasel e, segundo a dj residente do Lux Frágil, Yen Sung, que trabalhou inúmeras vezes com o dj nas noites ‘Back in Black’ do espaço lisboeta, “é um dos grandes representantes da nova geração do hip hop”. Foto ©Nash Does Work.

     

  • Jessy Lanza


    Além de escrever, produzir e encantar com a sua voz de soprano, a canadiana toca vários instrumentos e tem colaborado com artistas como Caribou, Junior Boys e Morgan Geist. Foto © Alex Welsh.

     

  • Mount Kimbie


    A dupla britânica marcou a vanguarda da música eletrónica com o seu álbum Crooks & Lovers e já produziu remixes para Foals e The XX.

     

  • Toki Monsta


    A artista americana, de Los Angeles, é conhecida pela sua abordagem única à música de dança/indie/eletrónica/r&b. Foto © Nikko Lamere.

     

  • Rita Maia


    A dj portuguesa, radicada em Londres, pode ser vista e ouvida em sessões e festivais nacionais e internacionais e é agora responsável pela curadoria de uma nova rúbrica no lisboeta Music Box, o ‘Migrant Sounds’. Foto © Vera Marmelo.

     

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Lisboa Dance Festival. Muito mais do que música

A segunda edição do festival decorre em março, em seis salas e traz 20 horas de música e perto de 40 artistas.

É já nos dias 10 e 11 de março que arranca a segunda edição do festival urbano Lisboa Dance Festival.

São dois dias, sexta e sábado, dedicados à música de dança, com um rol impressionante de dj’s e músicos nacionais e internacionais, como Hercules & Love Affair, George Fitzgerald, Marcel Dettmann, Dekmantel Soundsystem, Branko, Moullinex, Dj Glue, entre outros.

Além da música, a outra vertente deste festival urbano são as ‘Talks’, no dia 11, uma espécie de debates onde Rui Miguel Abreu, da Antena 3, abordará vários temas paralelos como a música de vários quadrantes ou a força do universo feminino, com a participação de Isilda Sanchez, Carolina Lethô, Sonja e Karla Campos, a fundadora do festival.

Nestas ‘talks’ podemos ouvir falar também da escola de pensamento ‘Local é Global’, do hip hop nos nossos dias e participar em masterclasses, que passam tanto pelo Djing, como pelo Sampling, e que serão apresentadas por Gustavo Caldeira/Lab Musical e Sensei D. e Maria. Outro tema importante, ‘Dominar as redes sociais’, será abordado por Ricardo Simões, da Triciclo.

As várias dimensões do Lisboa Dance Festival decorrerão em seis espaços do LX Factory, sendo a zona principal a do armazém XL, onde terão lugar os espetáculos maiores e onde a programação vai até mais tarde.

Na Carlsberg Room, o espaço da Zoot, a curadoria será de Moullinex e Branko, enquanto a icónica livraria Ler Devagar, se torna no poiso do Clube Antena 3.

Outro dos espaços é o recém-aberto hostel The Dorm, onde uma das salas estará dedicada ao B2B (ou back-to-back), com dois djs a tocar juntos mas intercalados, assumindo-se como uma das grandes expetativas do festival.

É o espaço L, o armazém ao lado do XL, que acolhe o Talks & Market, onde podemos ouvir as opiniões e diretrizes já antes referidas e descobrir as mais variadas novidades a nível da música eletrónica.

Por último, no Café na Fábrica poderemos assistir (e participar) nas conversas entre artistas, meios de comunicação e público no Studio Antena 3.

O alinhamento já está fechado e disponível no site do Lisboa Dace Festival. O preço do passe de dois dias é de €45 até 28 de fevereiro, passando depois para €50.

Descubra, na galeria, alguns dos protagonistas do festival.

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