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Sete dicas para ensinar as novas gerações a utilizarem a Internet em segurança

No Dia da Internet Mais Segura (10 de fevereiro), descubra um guia prático para ajudar crianças e jovens a navegarem online com confiança.

Cada vez mais, as gerações são introduzidas à internet mais cedo. O tempo passado online é cada vez maior e, muitas vezes, os mais pequenos chegam a este “novo mundo” sem saber como o navegar. Sem perceção dos perigos, interagem com sites que podem não ser seguros e procuram informação em locais não certificados, pois não sabem distingui-los — acabando, assim, por correr o risco de cair em burlas ou esquemas.

É, por isso, fundamental apoiar os mais jovens e ajudá-los a prevenir riscos digitais, promovendo um uso mais seguro da tecnologia.

Hoje, dia 10 de fevereiro, assinala-se o Dia da Internet Mais Segura, uma data que pretende promover a utilização responsável e segura da internet por todas as pessoas que estão expostas a riscos nesta rede mundial de comunicação, incluindo os mais novos. Para destacar este momento, a Ageas Seguros disponibilizou um guia de boas práticas para uma utilização mais segura da Internet.

1| Criação de contas e passwords

A abertura das primeiras contas de e‑mail ou redes sociais deve ser acompanhada por um adulto. O nome de utilizador não deve incluir dados pessoais, como o nome real, a idade ou a localização. As passwords devem ser fortes, combinando letras e números, evitando datas de nascimento ou referência ao próprio nome.

2| Controlo parental

O controlo parental permite proteger de determinados conteúdos e imagens que não são adequadas às suas idades. A ativação deste controlo no computador, tablet ou telemóvel é essencial para a segurança dos mais novos enquanto estes navegam na internet. A maioria dos fornecedores de serviços de internet dispõe desta ferramenta. Os programas de controlo parental são na maioria grátis, eficientes e simples de usar, no entanto, não são o suficiente e não devem impedir que os adultos monitorizem a navegação dos mais novos na internet.

3| Computadores, tablets e portáteis em espaços comuns

Para que o adulto possa controlar o tempo e sites em que os mais novos navegam, o ideal é colocar o computador, tablet ou portátil numa sala comum onde seja fácil observá-los, colocar questões e manter o diálogo constante. Também o histórico da internet nos vários dispositivos a que acedem devem ser monitorizados de forma regular.

4| Desenvolver o espírito crítico

Os mais novos devem ser ajudados a utilizarem a internet em segurança e informados de algumas regras, assim como a sua atividade deve ser sempre supervisionada. Se necessário poderão ser aplicadas algumas medidas para impedir que acedam a conteúdo impróprio para a sua idade.

5| O que partilhar (e o que não partilhar)

É importante ensinar qual a diferença entre o que é informação pública e privada, o que pode e o que não pode ser partilhado. A informação privada não deve ser partilhada na internet sem a permissão do adulto.

6| Cyberbullying

Falar com os mais novos sobre comportamentos online éticos é fundamental, partilhando a importância de não usar a internet para intimidar, hostilizar, difamar, espalhar boatos, tratar mal ou ameaçar uma pessoa (colega de escola, professores, ou, até, pessoas desconhecidas).

7| Atenção aos ‘amigos online’

Os mais novos devem ser ensinados a nunca se encontrarem cara a cara com alguém que só conheceram online. Os ‘amigos online’ por vezes fingem ser pessoas mais novas do que verdadeiramente são. O melhor é comunicar apenas com amigos que conhecem pessoalmente. Se achar necessário, o adulto deve bloquear as salas de chat públicas e privadas, os fóruns ou áreas na internet, uma vez que esse tipo de sites são um risco substancial.

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