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Depois disto, um café nunca mais vai ser só um café

A ‘culpa’ foi de Karsten Ranitzsch, o Head of Coffee da Nespresso, considerado pela marca uma sumidade no mundo do café, que esteve em Lisboa para dar um workshop a jornalistas.

A LuxWoman esteve lá e ficou a saber que: a marca tem uma relação muito próxima com os produtores para evitar erros de raiz; os grãos devem ser apanhados maduros e não verdes; a torragem dá mais ou menos estrutura e mais ou menos corpo ao café; tal como no vinho, também há blends nos cafés, com aromas oriundos dos quatro cantos do mundo; o café fica muito melhor se secado ao sol e não mecanicamente, o Kazaar, por exemplo, é feito através deste método, o que, em termos de logística, nem sempre é fácil; o vinho e o café têm um processo muito semelhante, e misturar vinho do Porto com café pode ser uma ótima experiência.

A melhor parte foi, sem dúvida, a prova. Karsten pediu-nos que observássemos e provássemos a espuma, com uma colher de prova que nos foi dada. Depois viria a parte mais difícil: colocar um pouco de café na colher e sorvê-la com veemência e de um só trago. Muito, muito difícil. Talvez, daqui a uns anos consiga chegar aos calcanhares de Karsten Ranitzsch, mas até lá tenho muito de sorver…

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