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Entre cirurgias e tempestades: as ‘Ilhas Perdidas’ de Dinis Carmo

Nas páginas de Ilhas Perdidas, Dinis Carmo transforma memórias e documentos em narrativa. Um retrato sensível dos Açores no rescaldo da Revolução de Abril, onde a medicina, o amor e a descoberta se entrelaçam com a História

Dinis Carmo, médico e escritor, lançou o seu primeiro livro em novembro. Ilhas Perdidas é inspirado em factos verídicos e retrata a experiência profissional e pessoal de um jovem casal de médicos nos Açores, entre 1977 e 1980.

Dinis Carmo, escritor e médico na Clínica Ortopédica Dr. Dinis Carmo

Poderia ser o enredo de um romance de ficção: um país a braços com as consequências de uma revolução democrática; o ensino superior mergulhado no caos; o sistema hospitalar em total desorganização. No final da década de 70, um jovem casal de médicos recém-formados decide partir de Coimbra rumo aos Açores, onde nada conhece.

Nas ilhas, a profissão mistura-se com a descoberta, o desafio e a História, entrelaçando cirurgias pioneiras, o quotidiano nos hospitais regionais, o contacto pessoal e profissional com os americanos da Base das Lajes e a convivência com fenómenos únicos, como a Justiça da Noite ou o movimento independentista açoriano.

Ilhas Perdidas

Ilhas Perdidas, baseada em factos reais e sustentada por documentação da época, traça um retrato íntimo e esclarecedor da vida insular no rescaldo da Revolução de Abril. Relata a vida de Dinis Carmo e da sua esposa, que optaram por realizar o internato médico na ilha Terceira, nos Açores, onde permaneceram até ao final de 1980.

Uma leitura obrigatória para quem procura conhecer os Açores para além da paisagem.

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