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Filipa Elvas: A Voar…

O título podia remeter-nos apenas para a profissão, mas, na realidade, conduz-nos a muito mais do que isso. Filipa Elvas é assistente de bordo, mas é, também e antes de mais, uma fonte de inspiração… Vamos saber porquê?

Com certeza, já ouviu a expressão “nunca é tarde para começar algo novo”. Filipa Elvas encarna-a na perfeição. A assistente de bordo da TAP começou a correr aos 35 anos e, desde então, já completou 19 maratonas e venceu três delas (Muralha da China, Gronelândia e Antártida). Mas há mais… Entre viagens e treinos, Filipa encontra tempo para restaurar peças que outros consideram lixo. ‘Nem Tudo Foi a Correr’ é o livro que, agora, edita e onde partilha a sua história. Não se trata de um manual de corrida, mas de um exemplo a seguir. Cada capítulo, corresponde a uma maratona e a uma cidade, oferecendo a narrativa de cada desafio e reflexões práticas, aplicáveis ao quotidiano. O livro mostra que correr é muito mais do que desporto: é um espelho da vida – algo pleno de desafios, dor, improviso, mas, também, de propósito, de alegria e de gratidão. Um guia de mindset e força interior, escrito por alguém que transforma experiências extremas em lições universais sobre resiliência, coragem, superação e gratidão.

A AUTORA, EM ENTREVISTA.

Como surgiu a corrida na sua vida e porquê?

A corrida e as maratonas surgiram por acaso. Nunca tinha calçado uns ténis com o propósito de correr. O meu desporto sempre foi o ciclismo em bicicleta estática, que pratiquei, diariamente, durante alguns anos, mas, quando chegou ao momento em que pedalei na estrada, comecei a sentir medo do trânsito e decidi abandonar este desporto. Contudo, em 2009, um colega da TAP convidou-me a integrar a equipa de triatlo do Clube TAP. Aceitei e, durante um ano, participei em várias provas, de norte a sul do país. No entanto, percebi que não era feliz, nem a nadar, nem a pedalar, nem a correr. O medo de pedalar na estrada voltou e decidi deixar o triatlo. A partir daí, dediquei-me só à corrida. Em 2011, participei na minha primeira prova, em Oeiras, onde terminei em oitavo lugar. Nesse momento, percebi que a corrida era o meu caminho. Poucos meses depois, fiz a minha primeira maratona, em Helsínquia. Mal eu sabia o que esses passos me reservavam para o futuro…

O que representa a corrida, para si?

A corrida representa uma parte de mim e da minha vida. Representa, também, uma gratidão infindável, por tudo aquilo que vivi e que senti. Sou muito grata à corrida, por tudo aquilo que me deu.

O que sente quando corre?

Sinto-me em…

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