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    Salários iguais para mulheres e homens na indústria do calçado

    Setor põe fim à disparidade de salários entre géneros com “acordo histórico” para um novo contrato coletivo de trabalho.

    A indústria do calçado assinou na passada terça-feira, 18, um novo contrato coletivo de trabalho que põe termo às desigualdades salariais entre mulheres e homens que desempenham as mesmas funções, segundo informações avançadas pelo Jornal de Negócios.

    Ainda que a questão da igualdade de género no trabalho tenha ainda um longo caminho a percorrer, têm sido propostas algumas medidas que visam combater esta disparidade. Agora, chegou a vez do setor do calçado pôr fim a este tipo de discriminação ao nível da remuneração.

    Assinado pela APICCAPS – Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e seus Sucedâneos e a FESETE – Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios, Vestuário, Calçado e Peles de Portugal, “este acordo histórico prevê, pela primeira vez, uma igualdade remuneratória para os trabalhadores que desempenham funções do mesmo nível de classificação profissional, independentemente do género”, realça a associação patronal citada pelo jornal.

    O novo contrato prevê que os cerca de 40 mil trabalhadores da indústria do calçado tenham um aumento médio dos salários de 3,45% para acabar com a discriminação salarial, “sendo que os salários nesta indústria passam a ser atribuídos em função apenas do grau profissional do trabalhador”, avança o Negócios.

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