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Da nutrição ao exercício: diário, a melhor ferramenta

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Novo update na viagem que me fez ficar mais saudável e tentar emagrecer 4 kg, com a ajuda de Bruno Ribeiro, nutricionista dos clubes Holmes Place.

Segunda-feira é dia de consulta. Será que vão medir-me e dizer-me que, já que não perdi peso, ao menos perdi massa gorda? A segunda semana foi mais fácil em termos mentais, mas menos fisicamente: parece que tive mais fome e mais ‘apetites’. Eu achei que estava a portar-me muito pior – dois dias num evento e um fim de semana no norte –, mas quando o Bruno viu o diário de alimentação, disse-me que ainda assim consegui manter-me bastante fiel.

Na verdade, cortei praticamente tudo o que era bolachas, crackers, pão, arroz e batatas – restringi-me aos couscous integrais de espelta. Num piquenique da Levi’s, esta dieta significou desfazer sanduíches e comer apenas o queijo e o ovo do interior. E mais algumas peripécias. Mas com força de vontade consegui.

Na consulta, vamos novamente à Tanita, medimos tudo e os resultados são animadores: só perdi 900, g mas perdi 1,9 kg de massa gorda e ganhei 1 kg de massa muscular. Parece que está a funcionar comer muita proteína: mozzarella, requeijão, muitas claras de ovo (que se compram em pacotes, para não haver desperdício das gemas), tofu, quinoa, lentilhas… Como quero não só emagrecer mas sobretudo substituir a gordura por músculo, tenho de ter cuidado com a fruta: como apenas antes ou logo a seguir ao treino, para serem absorvidas pelo gasto calórico. Senão os açúcares ficam no corpo e transformam-se em gordura. Ora, eu comia algumas cinco ou seis peças de fruta por dia e isso agora está mais controlado.

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